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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

MÚSICA NA CRECHE

A música na Educação Infantil

         “A MUSICA ESTÁ PRESENTE EM DIVERSAS SITUAÇÕES DA VIDA E HUMANA (...) PRESENTE NA VIDA DIÁRIA DE ALGUNS POVOS, (...) SEGUINDO COSTUMES QUE RESPEITAM AS FESTIVIDADES E TRADIÇÕES (...). NESTE CONTEXTO AS CRIANÇAS ENTRAM EM CONTATO COM A CULTURA MUSICAL DESDE MUITO CEDO.(...) “
“(...)OUVIR MÚSICA , APRENDER UMA CANÇÃO, BRINCAR DE RODA, REALIZAR BRINQUEDOS RÍTMICOS, JOGOS DE MÃOS, ETC., SÃO ATVIDADES QUE DESPERTAM , ESTIMULAM, E DESENVOLVEM O GOSTO PELA ATIVIDADE MUSICAL, ALÉM DE ATENDEREM AS NECESSIDADES DE EXPRESSÃO QUE PASSAM PELA ESFERA AFETIVA, ESTÉTICA E COGNITIVA.(...)”
“(...)A LINGUAGEM MUSICAL É UM  EXCELENTE MEIO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EXPRESSÃO, DO EQUILÍBRIO, DA AUTO-ESTIMA E AUTO-CONHECIMENTO, ALÉM DE PODEROSO MEIO DE INTEGRAÇÃO SOCIAL(...)”

Referencial Curricular Nacional de Educação Infantil

MEC -  Brasília- 2000 (Pág. 45-47)

     UM ÓTIMO PARCEIRO PARA ESTE TRABALHO É O LIVRO "QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA", da editora Caramelo, que além de contemplar as músicas de nossa cultura de infância que devem ser cultivadas, acompanha registros feitos por crianças pequenas de forma bem espontânea, e ainda vem com C.D. gravado com vozes de crianças cantando acompanhadas ao som de violão. 
     É fabuloso, eu recomendo!












     Baseado nas produções do livro e criando além, professoras do maternal 1 (2 a 3 anos) criaram seus registros de música com nossos alunos.
      Estes em especial foram realizados pela professora RAQUEL SIMÃO:

Música: Borboletinha, ta na cozinha...

A dona Aranha subiu pela parede...

Meu pintinho amarelinho, cabe aqui na minha mão...
 O sapo não lava o pé, não lava porque não quer...

Desculpem, não conseguimos deixar as fotos na posição correta, mas postamos mesmo assim apenas para ficar de sugestão.


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

CHAMADINHAS PARA BEBÊS (com fotos)


     É fato que a questão  da IDENTIDADE é algo indispensável quando trabalhamos com crianças tão pequenas. Quanto menores,  maior a necessidade de se verem nos espaços, se identificarem e de se sentirem  parte de tudo a sua volta. Os materiais concretos e personalizados para o desenvolvimento das atividades auxiliam e muito nesta construção do "EU".
     Seguem exemplos de Chamadinhas criativas para o berçário: Esta foi feita de tecido com bolsos de plástico transparentes que podem ser usados também para tirar e colocar figuras para trabalhar oralidade ou de temas da semana.

 Esta são cartões com fotão.
 Esta é a chamada concreta confeccionada com caixas  tipo as de leite, que serve para empilhar e ainda o contato com as cores.

Material elaborado pela profª Lucy Lima -turma do  berçário 2 (1 à 2 anos)

Chamada com velcro para crianças um pouquinho maiores, aqui no caso Maternal 1, que já conseguem pregar seus nomes seguindo a foto.
 Chamada com ímãs, cada aluno tem seu próprio "EU"
 Elaborados pela profª Ízide Domingues- turma Maternal 1 (2 a 3 anos)







sábado, 2 de abril de 2011

PORTIFÓLIO DE ATIVIDADES PARA MATERNAL 1

MEU 1º PORTIFÓLIO (1 ano e 1/2 a 2 anos)
     Quero compartilhar com vocês este Portifólio que foi elaborado pela professora Vera Souza de Lima da nossa rede municipal de Itu em  2008, com os alunos de maternal I (1 e1/2 a 2 anos). Ela é uma das professoras que admiro muito por suas idéias criativas e comprometimento com seus alunos. 
      Ela ficou maravilhada pela primeira vez que lecionou para alunos tão pequenos e como tantos avanços foram  alcançados por eles ao decorrer do ano. Vera queria muito socializar com os pais esta evolução,  não só com os que compareciam na reunião, mas com todos, queria também provar para as professoras que tinham receio de trabalhar com esta faixa etária que era possivel colher frutos.  Tinhamos claro enquanto educadoras que deveríamos "vender nosso peixe" aos pais e educadores, pois só assim eles valorizariam o trabalho do educador de creche e talvez mudaríamos a concepção de alguns que acham  que professor de bebes é uma  mera babá e que a creche é um depósito de crianças. Mas como fazer isso sem pular etapas no desenvolvimento do bebe que está ali neste primeiro momento muito mais para a parte prática do que para o registro?
     Sabíamos que no Materrnal I o foco inicial é familiarizá-los ao ambiente escolar, desenvolver a coordenação motora global e ampliação do vocabulário, todas questões que não dependem muito do registro no papel e sim de boas práticas. Entretanto, Vera queria entregar um registro dos alunos aos pais,  algo feito por eles, de forma lúdica e tranquila sem forçar nada ou pular suas etapas de desenvolvimento, algo com a carinha deles, borrado, amassado, rabiscado, nada muito melhorado pelas educadoras nem perfeito, mas ao mesmo tempo algo que valorizasse o esforço da professora. Foi daí que ela além de trabalhar com os alunos quase sempre no coletivo, teve a idéia de ir arquivando estes registros e montar um Portifólio  com as explicações pedagógicas do que era cada eixo de trabalho. O Portifólio contemplou atividades do 2º semestre nos quais os alunos já estavam mais maduros para executá-las e foi entregue somente no final do ano.


Quando se registra com fotos é interessante aparecer a maior parte da turma possivel, pois  para nós o foco é a atividade, mas para o pai ó foco é o seu filho.  Vera teve o cuidado de selecionar fotos no qual a criança dona do portifólio apareceria.

As decorações são de flores aproveitadas das pinturas coletivas, tudo que o aluno fez foi aproveitado e conversado com eles para sentirem-se parte do portifólio.

As fotos individuais são da criança dona do portifólio.














 Os desenhos coletivos foram muitos, mas só coloquei estes dois. Nesta fase a criança precisa experimentar os variados materiais (gizão, giz de lousa, carvão, hidrocor, etc) e as variadas posições (desenhar sentado, em pé, de joelhos, deitados, etc.), pois para cada material e posição é necessário um novo desafio para ela.






Estes blocos que as crianças estão uma sentada e outra em pé nele,  foram grandes aliados de Vera. Sua primeira idéia foi criá-los para serem um  tipo de dado de músicas, histórias, cores... tinha o cubo da música do sapo, o cubo da história da Chapéuzinho Vermelho, das cores, da contagem,  etc...  
... depois os próprios alunos foram dando outras funções a eles e viraram "pufs" para sentar na roda da conversa ou da história, e até tijolos para empilhar, trabalhar muito e pouco, alto e baixo e assim foi. Eram feitos de caixa, pintados e reforçados com garrafas PET por dentro pra aguentar o peso dos pequenos.





Obrigada Vera por compartilhar conosco sua grande idéia. Você é o exemplo de que mesmo sem tantos recursos, quando o educador quer e tem vontade é possivel fazer melhor, fazer mais que o possível. Parabéns!!!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

PROJETO PERCEPÇÕES (Maternais)

Para educadores não é segredo que segundo  Jean Piaget  as crianças de 0 à 2 anos estão no período sensório-motor, que resumindo bem  a grosso modo quer dizer que  nesta faixa etária  desenvolvem-se a partir de ações sensoriais (órgãos do sentido) e motoras (ações).
Partindo deste princípio as professoras Juliana Carvalho e Patrícia Honório criaram juntas o Projeto Percepções com os alunos de Maternal II (2 à 3 anos), pois sentiram que alguns alunos ainda estavam presos a esta etapa do desenvolvimento.
As fotos que seguem abaixo são da apostila seguidas da confecção da atividade.
Os enunciados das atividades sempre relatam além da tarefa, o que foi feito na prática anterior a este registro.
                                  CAPA: fundo pintura esguichada
Texto de abertura (Fonte: Revista Professor Sassa)
(Obs.: Desculpe-nos! Iremos redigitar o texto em breve para facilitar a leitura)
Para sensibilizar as crianças ao projeto usamos a História da Chapéuzinho Vermelho focando a passagem que a menina fica espantada com os enormes órgãos do sentido do Lobo... Fora isso fizemos cartazes coletivos da menina e do lobo e brincadeiras de caça ao rabo, lobo na floresta etc.
PERCEPÇÃO VISUAL
(A cada sentido trabalhado na apostila agregamos um apanhado com fotos das atividades práticas.)
As crianças se observaram uma por vez no espelho no qual questionávamos o que estavam vendo, quais suas partes do corpo, etc.
apreciando a produção dos amigos (percepção visual)
Registro da observação do céu
Após pesquisa sobre seus desenhos preferidos na TV, disponibilizamos xérox das imagens para que cada um escolhesse conforme seu gosto.
PERCEPÇÃO AUDITIVA: esta percepção é a mais difícil de se registrar em papel, então relatamos e registramos com fotos as práticas.
PERCEPÇÃO GUSTATIVA:
Registro do Mingau de Aveia

Pintura com suco e cola:
Mingau de maisena  (ápós degustar o mingau, tingimento com anilina)
PERCEPÇÃO OLFATIVA
Após cheirar o creme dental, registro com pintura.
]
PERCEPÇÃO TÁTIL
Guache em cubos de gelo, amaaarammmm!!!
Colar sentindo várias texturas: camurça, dobradura, lixa, etc...
Registro da massagem com carimbo das mãos
Este projeto (1º bim/2010) atendeu todas nossas expectativas, já que queríamos algo que favorecesse o desenvolvimento cognitivo dos pequenos, sem pular a etapa das produções mais livres, mais espontâneas tão necessárias nesta faixa etária que está em pura exploração motora.
 Tudo foi pensado, desde o tamanho das folhas (A3), quanto aos materiais e ambientes variados, já que nesta idade as crianças não aguentam ficar muito tempo num lugar só, o que é bem natural, já que estão descobrindo suas possibilidades.
Foi muito gratificante  !!!